
É difícil dizer o que uma civilização de 1500 anos atrás possa nos ajudar nos dias de hoje. Os maias eram yoguines, baixavam os seus batimentos cardíacos para 52 batidas/minuto. Ficavam os cinco dias do ano em completa meditação para purgar os males do ano. Quando retiravam a casca da baalché, a árvore sagrada que dava uma bebida que era utilizada nos rituais, o sacerdote pedia desculpas a árvore, porque respeitava a natureza. Viviam nas florestas, porque conheciam todas as plantas necessárias para suas doenças. Os adúlteros eram condenados à morte, bem como os ladrões e os corruptos. E tinham uma missão na Terra: calibrar todos os calendários para ofertá-los à posteridade. As mulheres maias, há 1500 anos atrás podiam chegar a rainha, sem qualquer problema, casavam-se muito cedo. Talvez, para dar certo, o casamento era feito na puberdade: o rapaz com doze a treze anos e a menina com 10 ou 12 anos. Viviam em comum até a menina tornar-se mulher e, só depois, havia sexo. A Elite possuía tudo e os pobres quase nada. Este foi o povo que formulou as profecias, que sempre geram polemicas mas tem uma ligação enorme com o período no qual estamos vivendo: